Nove dias após a retirada das crisálidas do frio, eclodiu a primeira borboleta.
Um macho de Papilio Machaon com 9 cm de asa.
Um macho de Papilio Machaon com 9 cm de asa.
BORBOLETAS EM AVEIRO
que não abandonam mais as lagartas e esperam pacientemente, até que estas percam a ultima pele, de forma a fazerem a ovoposição, enquanto a queratina não endurece (fotos de Klaus Kamppeter).
Alguns destes parasitas, fazem a ovoposição, sem que a lagarta tenha perdido a ultima pele, mas a maioria espera, e durante essas horas em que a queratina está mole, fazem a colocação dos ovos no seu interior, injectando-os através de uma espécie de agulha que se encontra na extremidade do abdómen e que está adaptada para a postura, provocando irremediavelmente a morte da crisálida.
ou a formiga vermelha, que é muito usual em França na parasitação das Papilios, já têm pouco significado em Portugal.
Com isto, podemos concluir que, para um grande numero de espécies, pouco mais de 3%, atingem as condições ideais para a reprodução.
obtiveram os seguintes resultados:
Dos 858 ovos postos, apenas um chegou ao estado adulto, o que dá uma pouco mais de 1‰ de sobrevivência. A elevada predação e parasitação desta espécie, faz com que esta percentagem seja muito reduzida e em consequência, este insecto terá de fazer posturas de numero muito elevado, para que a população não seja reduzida.
Para que tem o gosto de criar borboletas, aqui estão dados científicos, que permitem 'perceber' a grande ajuda que estão a dar à propagação desta ordem de insectos.

No percurso habitual entre o local de repouso e o local de alimentação, as lagartas desta fase vão deixando um caminho de seda, que lhes permite deslocarem-se com segurança. As lagartas de Papilio Machaon, descansam na posição de esfinge, suportando-se apenas pelas patas falsas (pseudópodos), coisa que fazem com segurança, pois a superficie onde se encontram é coberta por seda, tornando-se muito aderente. Assim sendo, e como na nova planta, nada disto existe, há duas regras que são aconselhaveis seguir para fazer a muda:

Caso se mude uma lagarta nesta fase, ao mudar de folha, perde-se esta ligação à seda, o que faz com que ela não se consiga segurar por falta de eficacia destas patas abdominais "velhas" e ao mesmo tempo cria-se uma dificuldade enorme, na mudança da pele, pois a antiga, não estando presa, vai-se mantendo por muito tempo, na metade traseira do corpo da lagarta, inviabilizando a utilização das novas patas abdominais, até que essa pele se liberte definitivamente.















Dizem os especialistas que a Monarca (Danaus Plexippus) hiberna na forma adulta e só na forma adulta. Acontece que nas minhas pesquisas, encontrei um artigo sobre curiosidades, onde dizia que a crisálida da Monarca, passava muitas vezes, o Inverno no local de postura, por não ter tido tempo de eclodir, devido à temperatura já ser demasiado baixa para evoluir para o estado adulto, atravessando assim, todo o Inverno. Depois disto, resolvi encomendar algumas das crisálidas de Monarca, que ainda estam à venda e vou colocá-las a uma temperatura relativamente baixa, para testar se suportam todo o Inverno (apróximadamente 6 meses) até à próxima Primavera. Caso resulte, isso seria uma solução, para as crisálidas de fim de Verão serem colocadas neste estado letargico, para poderem atravessar todo o Inverno e poder tê-las em cativeiro no inicio do próximo ano. Veremos se se confirma.
