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quinta-feira, 8 de maio de 2008

COM QUANTOS OVOS SE FAZ UMA BORBOLETA?

Existem estudos desproporcionalmente maiores com insectos que podem causar danos ou estragos ao nosso bem-estar ou à economia, do que com populações naturais de insectos. Alguns biólogos e entomologistas, fazem estudos muito rigorosos, de forma a construir tabelas de vida, procurando com isso descrever o impacto relativo das fontes de mortalidade, sobre uma população natural de insectos. Em relação às borboletas, o conhecimento que existe sobre cada espécie, acerca do numero de ovos que atinge a fase adulta, não é fácil nem existem muitos estudos divulgados, além disso, há países em que os predadores/parasitadores, que existem para a mesma espécie, diferem, umas vezes porque de facto não existem nesses países, outras porque a sua população é diminuta (por factores climáticos). A Papilio Machaon é muito parasitada por insectos da ordem Hymenoptera, no entanto a Trogus Lapidator (foto de PJBernard) ou a formiga vermelha, que é muito usual em França na parasitação das Papilios, já têm pouco significado em Portugal.
Assim sendo, a pergunta que se põe é:
Com quantos ovos se faz uma borboleta?

Considerando que uma determinada população de borboletas é considerada estável,
também seria muito simples concluir que, seriam necessários apenas 2 ovos atingirem o estado adulto, para substituir os seus progenitores, mas... isto não é bem assim, pois existem adultos que morrem antes de se reproduzirem ou morrem (por variados factores) antes de fazerem posturas significativas ou não eclodem em condições perfeitas que lhes permitam reproduzir-se. Por outro lado também existem machos que copulam várias fêmeas, o que volta a reequilibrar esta relação de quantidades. "De facto, numa postura de 200 ovos, numero comum a milhares de espécies, apenas se desenvolverão meia dúzia ou pouco mais de insectos perfeitos." (As Borboletas de Portugal - Ernestino Marvalhas, pag. 59). Com isto, podemos concluir que, para um grande numero de espécies, pouco mais de 3%, atingem as condições ideais para a reprodução.
Para termos uma ideia mais abrangente, de como tudo isto é variável, num estudo divulgado por Filipe A. P. L. Costa, feito em 2005 à Hypothyris Ninonia, obtiveram os seguintes resultados:

Dos 858 ovos postos, apenas um chegou ao estado adulto, o que dá uma pouco mais de 1‰ de sobrevivência. A elevada predação e parasitação desta espécie, faz com que esta percentagem seja muito reduzida e em consequência, este insecto terá de fazer posturas de numero muito elevado, para que a população não seja reduzida.

Para que tem o gosto de criar borboletas, aqui estão dados científicos, que permitem 'perceber' a grande ajuda que estão a dar à propagação desta ordem de insectos.

domingo, 4 de maio de 2008

LAGARTAS DEMAIS? NAAAÃO...


Quando se deram as eclosões, das mais de 40 crisálidas de Papilio Machaon da ultima geração de 2007, pensei que, talvez fosse possível aumentar este numero. As 44 que tive no final do ano passado teriam de ser superadas e o objectivo seria as 60. Este aumento, dar-me-ia maiores possibilidades de obter borboletas com maior tamanho, assim como obter maiores áreas de cor azul e vermelha, de forma a prosseguir com mais eficácia, este rumo na reprodução, a que me propus. Talvez por ter colocado poucas arrudas, fiquei com a sensação de que as posturas não tinham sido muito intensas, e quando achei que teria aproximadamente 70 ovos, retirei-as do borboletário, libertei-as e esperei que as lagartas nascessem. Qual não foi o meu espanto, quando após 3 semanas, verifiquei que afinal tenho mais de 150 lagartas esfomeadas e a darem imenso trabalho. Pensei que eram demais, mas com o passar do tempo, já me habituei e agora já não as vejo de maneira preocupante. Se conseguir ter sucesso com estas... quem sabe se para a 2ª geração não tentarei as 200... vamos ver.

segunda-feira, 24 de março de 2008

SELECÇÃO NATURAL NUNCA VISTA, SURPREENDE CIENTISTAS


As luas-azuis (Hypolimnas bolina), espécie de borboleta do Pacífico, teve a população de machos quase extintos, na Ilha de Savai.
Uma bactéria transmitida pela progenitora, matava os machos, a ponto da relação normal 50/50 entre os géneros, ter sido altamente desequilibrada. Esta bactéria (Wolbachia), matava praticamente todos os machos na fase embrionária e deixava só fêmeas na espécie, chegando a haver 99% de fêmeas contra só 1% de machos de acordo com o estudo realizado. Ainda no decorrer de 2006, foi feita uma nova observação alguns meses depois, e puderam constatar que a relação fêmeas/machos passou para 60/40. Pensa-se que a reviravolta nos números pode ter sido provocada por um supressor de genes desenvolvido pela espécie como forma de sobrevivência, uma selecção natural feita num só ano!. Um pequeníssimo grupo de borboletas do sexo masculino passou a ser resistente ao microrganismo e levou ao restabelecimento do equilíbrio da população.
Se assim for, esta é a mais rápida alteração evolutiva de uma espécie de que alguma vez se teve conhecimento, "Nunca houve uma tão rápida evolução numa espécie", disseram, esta semana, os professores da Universidade de Berkeley, Califórnia, que as estudaram em 2006.

sexta-feira, 7 de março de 2008

INSECTIA - 6º EPISÓDIO


Enquanto a Primavera não chega e as borboletas vão aparecendo timidamente, podemos ir visionando alguns trabalhos de grandes produtoras de documentários, com o nível do que de melhor se faz na BBC ou na National Geographic Society. Este é o 6º Episódio de uma série informativa, orientada por entomologistas e a qual se debruça sobre a ordem Lepidoptera. Os outros episódios são todos sobre a classe Insecta (tal como o titulo sugere) e aborda temas diferentes, também muito interessantes mas os quais já não se enquadram tão bem, neste blog. Este vídeo de 23 minutos está em língua inglesa, não está legendado e podem vê-lo, AQUI.

quarta-feira, 5 de março de 2008

ECLOSÃO DA GERAÇÃO DE 2007


Na passada terça-feira, 'nasceu' a primeira Papilio Machaon (macho) da geração que hibernou em 2007. Foi uma metamorfose que se deu sob a temperatura ambiente e sem qualquer intervenção externa. Pelo facto desta crisálida poder ter uma maior capacidade de eclodir com temperaturas mais baixas do que as restantes, as outras crisálidas foram colocadas em ambiente térmico controlado, de forma a acelerar as eclosões para poderem coexistir (em tempo útil) com esta, e poder reproduzir-se. A razão pela qual pretendo 'ajudar' a reprodução desta borboleta em particular, é para poder confirmar nas gerações seguintes e em particular na primeira geração de 2009, se esta é uma característica genética transmissível, ou se é apenas um episódio isolado. Nesta zona, mais a norte do país e devido ao clima ser mais frio, as primeiras gerações surgem apenas em Março enquanto que nas zonas a sul de Lisboa, aparecem a partir de meados de Fevereiro. Do ponto de vista genético, parece-me interessante verificar esta possibilidade de 'encurtar' o tempo de hibernação, fazendo uma 'selecção natural forçada', de forma a poderem ter um período de voo mais alargado.
Um fenómeno que verifico todos os anos, é o da data das primeiras eclosões, que a pouco e pouco vão-se dando cada vez mais cedo. Em 2007 a primeira borboleta desta espécie, 'nasceu' a 8 de Março enquanto que este ano já se deu a 4 de Março, não é significativo e até pode ser um caso isolado, mas de facto vão-se dando pequenos adiantamentos que, se contabilizarmos numa década, a média torna-se significativa.




quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

BORBOLETA, UM TESOURO DA FLORESTA - RTP2


A RTP2 esteve a emitir há poucas semanas, uma série documental de 6 episódios, intitulada 'TESOUROS DO MUNDO ANIMAL'.

No 5º episodio desta série, 'BORBOLETA, UM TESOURO DA FLORESTA', ficámos a saber, em 26 minutos, o que de fantastico se faz em alguns paises, para preservar, propagar e comercializar, estes belissimos seres. Um documentário de grande interesse, para os amadores e profissinais que se dedicam à criação de borboletas.
Este episódio, foi digitalizad por JPL , e o link para descarga no emule encontra-se no seu bl
og AQUI.
Para facilitar um pouco mais o trabalho, além do link do emule que contem a versão original de 235Mb, fica
AQUI a versão mais compacta do episódio.

Agradeço desde já o magnifico trabalho de digitalização, feita por JPL, que permitiu este post.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

SITE COM FOTOS E CLASSIFICAÇÃO DE LEPIDOPTEROS


Por vezes andamos de site em site à procura de informações ou fotos de borboletas e nem sempre as que encontramos são correctas ou completas. Aqui deixo o endereço de um site italiano, muito completo e bem estruturado, para que se possa ter um acesso fácil a fotos por designação e as plantas que servem de alimento às respectivas lagartas.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

A ÚLTIMA PAPILIO MACHAON DE 2007


Em seguimento ao meu último post, em que escrevi sobre uma lagarta de Papilio Machaon que encontrei fora da época, esta mesma lagarta passou a crisálida no último Domingo dia 9 de Dezembro, bem mais adiante da data que eu tinha previsto, em consequência do frio e da consequente diminuição do metabolismo da própria lagarta. Com esta, (e agora definitivamente a considero a ÚLTIMA DE 2007) termino o trabalho de recolha e acomodação das crisálidas para hibernação, deste ano. Para o ano, vou retirar as crisálidas, do frio, no início de Fevereiro e vou reproduzir as borboletas que nascerem primeiro, pois estas, terão maior capacidade de eclodir com temperaturas mais baixas e serão as que eu irei preferencialmente 'ajudar' a colonizar Aveiro, para que tenhamos borboletas mais resistentes e mais cedo.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

AO LONGO DAS RIBEIRAS NAS VIZINHANÇAS DA SERRA DE MONCHIQUE. Artigo de 2004. (PARTE 2)


Esta planta "tem vindo a estabelecer-se como subespontânea em diversas regiões do mundo, incluindo a Europa, onde se encontra naturalizada ao longo das margens dos rios, próximo da costa, na Região Mediterrânica", adiantam. Porém, em Portugal, ela era quase desconhecida. "É certo que esta se expandiu de forma acentuada nos últimos anos na área de estudo, já que as populações actualmente conhecidas, embora conspícuas, não foram detectadas durante os estudos botânicos intensivos realizados na região em meados da década de 1990, em que foram encontrados apenas escassos exemplares localizados no sudoeste litoral." O facto de agora estar em expansão nesta região "deverá ter sido o factor determinante no estabelecimento da monarca como reprodutora" no Algarve, avançam os biólogos.Mas se as razões da estadia das borboletas-monarca podem estar explicadas, já não é tão simples descobrir de onde vêm. É que tanto pode vir do continente americano, de onde são originárias, como da Macaronésia (ilhas do Atlântico Norte, que abrangem as regiões autónomas portuguesas, as Canárias e Cabo Verde). Na Madeira e em algumas ilhas dos Açores existem colónias estáveis destas borboletas. Mas terão sido estas que avançaram para o continente? "Só estudos genéticos poderão eventualmente esclarecer esta questão de forma objectiva", referem Palma e Bívar de Sousa.E será possível a Europa vir a ser palco da fabulosa migração que as borboletas-monarca percorrem na América do Norte? Improvável. "Estas populações são aparentemente sedentárias, tais como as do sul de Espanha, Madeira, Canárias e Açores, ao contrário das norte-americanas, embora isso não queira dizer que não existam movimentos dispersivos importantes que podem estar na origem da colonização da Península Ibérica a partir da Madeira ou Canárias, caso seja esse o caso", esclarece Luís Palma.Mesmo que se deixem ficar apenas nas zonas de várzea das ribeiras algarvias, a sua simples presença nesta região já é um boa notícia.Nem que seja só porque a tornaram mais bonita.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

AO LONGO DAS RIBEIRAS NAS VIZINHANÇAS DA SERRA DE MONCHIQUE. Artigo de 2004. (PARTE 1)


Borboletas-monarca fizeram colónias no Algarve. As míticas borboletas-monarca, famosas pela longa migração que protagonizam na América do Norte, assentaram arraiais no Algarve. A origem ainda é desconhecida, mas a sua presença está já comprovada. Ao longo das ribeiras nas vizinhanças da serra de Monchique, os coloridos seres esvoaçam por ali há pouco tempo mas vaticina-se uma crescente colonização nos próximos anos.~De vez em quando, em anos recentes, um ou outro conhecedor dava de caras com uma monarca. Porém, tratavam-se de avistamentos esporádicos, a ponto de no recente livro sobre as borboletas de Portugal, de Ernestino Maravalhas - a obra mais actualizada sobre esta ordem de insectos no país, a espécie aparecer referida como migrante no continente.Mas em 2001, Luís Palma, da Universidade do Algarve, encontra, na ribeira de Seixe, um grupo de quatro borboletas-monarca juntas com todo o ar de quem tinha vindo para ficar. Com António Bívar de Sousa, especialista em borboletas, decide tirar o caso a limpo. Em 2003, os dois biólogos fazem uma busca sistemática nas serras e no litoral do Algarve. Em 15 locais, dos 107 prospectados, foram descobertas colónias de borboletas-monarca ("Danaus plexippus"). Num artigo publicado no boletim da Sociedade Portuguesa de Entomologia, Palma e Bívar de Sousa explicam que esta colonização deve ter ocorrido recentemente. E prevêem uma expansão nos próximos anos. Condição essencial para a presença de monarcas no país é a existência da planta de que depende, as asclepiadáceas. "A samaúma-bastarda, sedas ou pepino-da-seda ('Gomphocarpus fruticosus'), sobre a qual estão estabelecidas a quase totalidade das colónias de 'Danaus' detectadas no presente estudo, é um arbusto exótico de origem afrotropical, outrora plantado como ornamental ou cultivado para a produção de fibras têxteis", explicam os autores.

sábado, 22 de setembro de 2007

Papilio Machaon preparada para o Inverno


Pois é... chegámos ao Outono.

As lagartas de Papilio Machaon estão rápidamente a atingir o tamanho que lhes permite, iniciarem a hibernação em forma de crisálida.

Neste momento já tenho 16 prontinhas para, com o seu "fato novo", passarem os longos e frios meses que aí vêm, até ao inicio da Primavera.

Espero que mais 14 ou 15 se juntem a estas para que, aproximadamente 30, passem o Inverno juntas.

Iniciei hoje a desmontagem do borboletário que ficará sem cobertura e sem rede lateral até ao próximo mês de Março, onde tudo começará de novo.

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Chegaram as crisálidas


Tal como tinha prometido, aqui vai... chegaram as crisálidas que encomendei do Reino Unido. Das 10 que encomendei, chegaram 8 em condições perfeitas de conservação (aparentemente) e de imediato, coloquei-as no frio. Espero que este processo venha a dar bons resultados, pois vem pela frente, mais de 5 meses de frio e escuridão, dentro do meu frigorifico e se tudo correr como eu desejo, em meados de Março de 2008, vou colocá-las á temperatura ambiente, para ver se "arrancam" de novo como se nunca tivesse existido Inverno.

domingo, 16 de setembro de 2007

Lagartas de Papilio Machaon


Agora que estamos no ultimo ciclo, deste ano, das borboletas Papilio Machaon, mudei as minhas ultimas 20 lagartas para o interior, pois não quero correr o risco de "perdê-las" quando tiverem de abandonar as arrudas, para hibernarem em forma de crisálida. Este ano, tive menos cuidado do que o habitual com a preservação das lagartas, pois acho que já é tempo de deixar a natureza fazer a selecção das que têm de sobreviver por si só. Notei que houve uma reacção estranha das lagartas e algumas até morreram, devido ás arrudas estarem misturadas com muitas urtigas, mas como tinha mais de 40 lagartas, não me importei muito com esta situação, uma vez que as que sobreviveram, têm mais capacidade de viver neste ambiente misto. Vou esperar pelas crisálidas e colocá-las em hibernação forçada, para que nasçam na Primavera, todas ao mesmo tempo.

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Crisálidas em teste

Dizem os especialistas que a Monarca (Danaus Plexippus) hiberna na forma adulta e só na forma adulta. Acontece que nas minhas pesquisas, encontrei um artigo sobre curiosidades, onde dizia que a crisálida da Monarca, passava muitas vezes, o Inverno no local de postura, por não ter tido tempo de eclodir, devido à temperatura já ser demasiado baixa para evoluir para o estado adulto, atravessando assim, todo o Inverno. Depois disto, resolvi encomendar algumas das crisálidas de Monarca, que ainda estam à venda e vou colocá-las a uma temperatura relativamente baixa, para testar se suportam todo o Inverno (apróximadamente 6 meses) até à próxima Primavera. Caso resulte, isso seria uma solução, para as crisálidas de fim de Verão serem colocadas neste estado letargico, para poderem atravessar todo o Inverno e poder tê-las em cativeiro no inicio do próximo ano. Veremos se se confirma.

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Sementeira de Asclepia Syriaca


Iniciei a sementeira de 200 Asclepia Syriaca no passado Sábado, dia 1 de Setembro e pude constactar que hoje já tinham germinado 12%, o que se pode antever bastantes Asclepias adultas, na próxima Primavera. Caso a sementeira ultrapasse os 50%, as restantes plantas serão entregues a quem pretender cultivá-las, para dar possibilidade à Monarca (Danaus Plexippus) de se fixar em Aveiro.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

MONARCA EM 2008


Já há vários anos que faço criação de borboletas em cativeiro, num pequeno borboletário situado no terraço do apartamento onde vivo, em Aveiro. Inicialmente tentei algumas espécies de Ninfalideas, mas as plantas hospedeiras, não são propriamente as plantas ideais para ter num terraço. No próximo ano de 2008, além das Papilio Machaon que continuo a criar com abundancia, irei fazer uma tentativa de criar também a famosa Monarca Americana (Danaus Plexippus), que já colonizou o Algarve e que na zona de Aveiro, já foi vista, mas não se fixa pois não existem as plantas hospedeiras, que são as Asclépias. Estou a iniciar a plantação de Asclépia Syriaca para que na próxima Primavera, já possam existir plantas suficientes para que esta maravilha da natureza, possa fixar-se. Caso estejam interessados, podem enviar email, e trocaremos impressões para podermos sincronizar esforços no sentido de conseguirmos ter uma plantinha hospedeira numa varanda, num terraço, num quintal ou num cantinho do canteiro dos nossos prédios.